Alca | Couto, Whitman e Rulfo – O Painel de Literatura está de volta

O Painel de Literatura está de volta. O primeiro painel do ano aconteceu nesta quarta-feira (31), às 19h, no Auditório Aureliano Chaves no Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações. A entrada é franca. O Painel é um evento da Alca – Academia de Letras, Ciências e Artes de Santa Rita do Sapucaí e é aberto para o público e para quem quer apresentar um texto ou um poema. Ao final, a Academia presenteia um dos participantes com um livro. Além disso, cada Painel escolhe três escritores para serem analisados e debatidos. O primeiro trio do ano é o mexicano Juan Rulfo, o norte-americano Walt Whitman e o moçambicano Mia Couto. 
A expectativa da Academia é atrair um bom público, principalmente o mais jovem. Para Evandro Carvalho, acadêmico da Alca, apresentar escritores ou poetas às novas gerações é sempre gratificante. “Esperamos ter um literatura, apresentar obras universais aos mais novos, estimular a leitura bom público, casa cheia. Os painéis são importantes para discutirmos neles. Além disso, trazemos as pessoas para dentro da Academia, apresentamos a ambiente é o mais agradável possível com um aprendizado que só a literatura Alca para a sociedade, a fazemos útil e importante para nossa cidade. E o proporciona”, diz Carvalho. 

Os escritores Walt Whitman, Mia Couto e Juan Rulfo. (Fotos: Reprodução)

Os escritores

Walt Whitman nasceu em 31 de maio de 1819 numa pequena cidade no estado de Nova York (Estados Unidos). Ainda menino trabalhou numa ipografia, o que o influenciaria na carreira de impressor e editor de vários jornais até 1849. Em 1855 publicou a primeira das muitas versões de “Leaves of Grass”, sua grande obra. Trata-se de poemas livres e longos. Esta primeira americana como voluntário num hospital de campanha. Sua experiência na guerra edição tinha apenas 12 poemas e um prefácio. Whitman esteve na guerra civil num poema e disse que Whitman “introduziu uma nova subjetividade na gerou o livro de poemas “Drum-taps”. O escritor Fernando Pessoa o homenageou concepção poética e fez da sua poesia um hino à vida”. 

Mia Couto é o nome que o próprio escritor encontrou para o que o identificasse melhor. Chama-se na verdade António Emílio Leite Couto. Nasceu na cidade de Beira, em Moçambique, no dia 05 de julho de 1955. É biólogo e escritor de uma vasta produção que compreende de orvalho” e foi publicado em 1983. Nos anos de 1980 publicou seus primeiros poesia, romance, conto e crônica. Seu primeiro livro, de poesia, chama-se “Raiz contos como “O Fio das missangas”, “Na berna de nenhuma estrada” ou “Vozes anoitecidas”, como exemplos. Seus romances mais conhecidos são “Terra sonâmbula”, “Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra” e “Mulheres de cinza”. Em 2013 foi agraciado com o Prêmio Camões. 

Ao contrário de Mia Couto, Juan Rulfo escreveu apenas um único livro, o mítico “Pedro Páramo”, um romance relativamente curto com apenas 80 páginas. Antes porém, escreveu uma coletânea de contos chamada “Planície em chamas”. Juan Nepomuceno Carlos Pérez Rulfo Vizcaíno é mexicano, nasceu em 1917 e morreu em 1986, na mais completa solidão.

Foi sepultado com honras de Estado. O romance Pedro Páramo influenciou toda uma geração de escritores latino-americanos na segunda metade do século XX. Os Gabriel Garcia Márquez são admiradores confessos de Rulfo.

 

Esse post foi publicado em Geral. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s