GUARDA MUNICIPAL REALIZA OPERAÇÃO PREVENTIVA

A Guarda Municipal de Santa Rita do Sapucaí, por iniciativa dos coordenadores Jean e Liel, com autorização do Comandante Bastos,foi criado o GEP- Grupamento Especial Preventivo, com a sua criação teve início na noite de ontem OPERAÇÃO PREVENTIVA.

Esta operação contou com 10 GMs, sendo eles: Jean,Ramos,Góes,Guimarães,Girão,Liel,Fernandes,Avelino,Daniel e Oliveira, as duas viaturas e as duas motos foram utilizadas na operação.

Durante a operação cerca de 30 pessoas foram abordadas na Praça Santa Rita, proximidades da Escola Estadual Sânico Telles e em outros pontos de nossa cidade,sendo que na Praça Santa Rita, um menor foi apreendido com droga e conduzido até a Depol, a droga foi apreendida e o menor liberado pelo delegado de plantão.

Em nome da população santarritense, agradecemos ao empenho dos Guardas Municipais em prol da nossa segurança e bem estar e esperamos que essa operação continue.

Esse post foi publicado em Cidade, Notícias Policiais. Bookmark o link permanente.

34 respostas para GUARDA MUNICIPAL REALIZA OPERAÇÃO PREVENTIVA

  1. Giácomo Costanti disse:

    Fico feliz em saber que nossa Guarda Municipal está resurgindo das cinzas…e novamente mostrando à nossa população para que ela foi criada!!

    Recebi algumas ligações agora pela manhã, de pessoas perguntando o que houve? se trocaram o comando da Guarda Municipal? de quem partiu a idéia?

    Isso é muito bom, pois percebemos e espero que “ELES” percebam isso, que a POPULAÇÃO percebe e enxerga as coisas que acontecem em nossa cidade e que não adianta “tomarem” medidas na calada da noite que nosso POVO vê e fica sabendo!!!

    PARABÉNS AOS GUARDAS MUNICIPAIS PELA INICIATIVA E PREOCUPAÇÃO PARA COM NOSSA POPULAÇÃO!!

  2. Leonardo Rezeck disse:

    É desta Guarda que o povo de Santa Rita do Sapucaí merece!

    Parabéns aos GM’s!

    • Giácomo Costanti disse:

      Exatamente Léo!!

      E como o próprio BRASÃO DA GM de Santa Rita diz: PATRULHEIRO PROTETOR E AMIGO…
      Parece que não li VIGILANTE DE CAC, VIGILANTE DE ALMOXARIFADO e OUTROS PRÉDIOS SOMBRIOS!!!

  3. Mauro disse:

    Uma dúvida?

    A guarda municipal pode sair abordando pessoas pela rua?
    Pelo que sei, o papel da GM é proteger o patrimônio publico, não é?
    Isso não seria dever ser função da policia militar?
    Alguém pode responder, como isso é previsto em Lei?

    • Giácomo Costanti disse:

      Caro Mauro

      Cada Guarda Municipal tem sua lei de criação, isso varia de município para município, e a lei de criação específica da Guarda Municipal de Santa Rita do Sapucaí, dá legalidade a essa ação.Tanto dá legalidade que o Comandante não pode negar a realização da operação.
      Sendo um Guarda Municipal de Santa Rita do Sapucaí, um agente de segurança pública no município e em breve com a municipalização do transito será também um agente fisscalizador de trânsito, auxiliando a Polícia Militar.

    • Giácomo Costanti disse:

      Mauro, posso te enviar um vídeo da Guarda Municipal de Varginha, que serviu de modelo para a criação da Guarda Municipal de Santa Rita?
      Me mande seu email para o ghcostanti@yahoo.com.br, para vc entender melhor,ok?

      abraços

  4. Mauro disse:

    Aonde eu consigo uma cópia desta lei?

    • Giácomo Costanti disse:

      A cópia vc pode conseguir na Câmara Municipal.
      E realmente a Guarda Municipal é também para cuidar do patrimônio, sendo que a POPULAÇÃO é o MAIOR PATRIMÔNIO de um município.

      • Vicente disse:

        PARABÉNS ao GMs por tomarem a iniciativa desta Operação Preventiva e parabéns a vc também Giácomo que colocou muito bem, O MAIOR PATRIMONIO DE UMA CIDADE, DE UM ESTADO DE UM PAÍS, DO PLANETA É O SER HUMANO, o resto, as estatuas, as plantinhas e os banquinhos da praça ficam onde é o seu lugar, depois do ser humano e truco!

    • Fabio Costa Guimarães disse:

      Boa noite colega,toda pessoa entendida conhece a ação de uma Guarda Municipal,se é para ajudar para que tanto questionamento na net,é só teclar no google Guardas Municipais,a Guarda Municipal é salva vida dos cidadãos ,abordagem é realizada para segurança de todos inclusive do agente;ou o senhor é contra a vida!!!!!!!!! pense nisso antes de questionar.obrigado cidadão Santarritense

  5. Colunistas do site das Guardas Municipais:

    Inspetor Maciel- GM Varginha
    Inspetor Elvis- GCM São José dos Campos
    GCM Ribeiro- especializou em Atendimentos pré-hospitalar na Califórnia
    GCM Antônio Palma- GCM de Manaus
    Inspetor Frederico- GCM de Curitiba
    GCMF Juliana- Ilha Solteira
    GCM Guido- GCM de Paraguaçú Paulista

    Artigos das diferentes atribuições das GCM’s.

    POR: Elivélson

  6. liel disse:

    Olá, vamos comtinuar trabalhando sim .Pois o nosso objetivo e a prevencão .se previnirmos não será necssário a repressão ,que é mais complexa e mais caro.Estamos a disposicão.
    O GEP- Grupamento Especial Preventivo-tem a missão de previnir vandalismo nos patrimônios,uso de intorpecentes nas escolas e praças,pertubação do trabalho em setores públicos, ou seja, garantir o direito dos cidadãos.
    Em caso de flagrante de delito nós da GM temos obrigação de atuar e VOCÊ CIDADÃO ,RESPONSABILIDADE.
    Veja o que diz a lei: «301, CPP (Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito), é de …»

  7. glauco disse:

    Abordagem Policial e Busca Pessoal – Questões legais e operacionais
    É bom refletirmos sobre a busca pessoal e a abordagem policial, pois são ações que fazem parte do dia-a-dia da nossa profissão. É preciso conhecer as leis e a doutrina jurídica para não extrapolarmos nossa competência legal e, consequentemente, incorrermos em ilícitos penais.

    Diante da fundada suspeita de que uma pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito, ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar, o policial pode e deve realizar a busca pessoal, independentemente de mandado. Tal procedimento é previsto pelo artigo 244 do Código de Processo Penal (CPP).

    Art. 244 – A busca pessoal independerá de mandado, no caso de prisão ou quando houver fundada suspeita de que a pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito, ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar.

    A doutrina interpreta extensivamente esse meio de prova (acautelatória e coercitiva) para autorizar, além da inspeção do corpo e das vestes, a revista em tudo que estiver na esfera de custódia do suspeito, como bolsa ou automóvel, desde que haja fundada suspeita.

    Como todo ato administrativo, a abordagem e a busca pessoal possuem os atributos da imperatividade, coercibilidade e autoexecutoriedade, isto é, impõe-se de forma coercitiva, independentemente de concordância do cidadão, e são realizadas de ofício, a partir de circunstâncias determinantes, sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário. Assim sendo, no momento da abordagem, cabe ao cidadão tão somente obedecer às ordens emanadas pelo policial, sob pena de incorrer no crime de desobediência, previsto no artigo 330 do Código Penal (CP). Se o cidadão se opor, mediante violência ou ameaça, a ser submetido a busca pessoal, ele pratica o crime de resistência, previsto no artigo 329 do CP. Nesse caso, o policial pode fazer uso da força para vencer a resistência ou defender-se, consoante artigo 292 do Código de Processo Penal (CPP).

    É preciso ter atenção à expressão “fundada suspeita”. Somente é permitida a busca pessoal diante de uma suspeita fundamentada, palpável, baseada em algo concreto. Preste atenção na expressão correta: “Fundada suspeita”, e não “atitude suspeita”. É preciso esclarecer esse ponto, porque, segundo os doutrinadores, a suspeita é uma desconfiança ou suposição, algo intuitivo e frágil por natureza, razão pela qual a norma exige a “fundada suspeita”, que é mais concreta e segura.

    No julgamento do habeas corpus nº 81.305, o Superior Tribunal Federal arquivou um processo porque entendeu que a busca pessoal foi realizada sem haver fundada suspeita, ou seja, entendeu que a prova foi obtida por meio ilícito.

    (…) A “fundada suspeita”, prevista no art. 244 do CPP, não pode fundar-se em parâmetros unicamente subjetivos, exigindo elementos concretos que indiquem a necessidade da revista, em face do constrangimento que causa. Ausência, no caso, de elementos dessa natureza, que não se pode ter por configurados na alegação de que trajava, o paciente, um “blusão” suscetível de esconder uma arma, sob risco de referendo a condutas arbitrárias ofensivas a direitos e garantias individuais e caracterizadoras de abuso de poder. Habeas corpus deferido para determinar-se o arquivamento do Termo.

    – HC 81305, Relator(a): Min. ILMAR GALVÃO, Primeira Turma, julgado em 13/11/2001, DJ 22-02-2002 PP-00035 EMENT VOL-02058-02 PP-00306 RTJ VOL-00182-01 PP-00284)

    Infelizmente ou felizmente, a busca pessoal não é legalmente prevista para atividades e ações de prevenção criminal, a exemplo de operações do tipo “Batida Policial”, “Blitz Repressiva”, entre outras ações em que o cidadão é revistado sem haver a fundada suspeita. Segundo os doutrinadores, a revista pessoal não é um meio de prevenção ou repressão, mas um meio de prova. Tanto é assim que o art. 244 do CPP, que trata da busca pessoal, está disposto no título “Das Provas”. Todavia, é bom salientar que a blitz de trânsito, aquela que fiscaliza documentos e condições do veículo, é plenalmente legal, pois é prevista pelo Código de Trânsito.

    O policial “ponta de linha” deve tomar conhecimento dessas questões legais e doutrinárias, pois, caso seja determinado a cumprir operações do tipo “Batida Policial”, não pode ter vergonha de falar na rede de rádio ou constar em seu relatório que não abordou ninguém, tendo-se em vista que nenhuma pessoa foi encontrada em fundada suspeita. Se alguma pessoa estiver na fundada suspeita de estar de posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito, logicamente o policial deve abordar. Não pode se eximir do seu dever constitucional de preservar a ordem pública e garantir a incolumidade das pessoas e do patrimônio.

    O que eu quero enfatizar é que o policial não deve produzir “números” agindo em dissonância da lei. Ordem ilegal não se cumpre. Certamente que abordagens e operações do tipo “Batida Policial” trazem benefícios para a comunidade, sendo uns dos meios que mais tiram cidadãos infratores das ruas. Sem dúvida. A minha opinião é a de que o policial deveria ter, legalmente falando, mais liberdade para realizar abordagens e buscas pessoais. Porém, nós policiais não podemos resolver os problemas da sociedade criando problemas para nós mesmos. Se a lei fala que a busca pessoal somente deve ser realizada diante de uma “fundada suspeita”, cabe a nós policiais agirmos de acordo com a norma legal, pois vivemos num Estado Democrático de Direito, onde nossas ações são rigorosamente disciplinadas por regras jurídicas.

    Para revestir a ação policial de completa legalidade, é importante que, ao prestar um depoimento ou redigir um boletim de ocorrência, o policial esclareça qual o motivo de ter sido efetuada a busca pessoal no cidadão. Veja o exemplo de alguns trechos de boletins de ocorrência:

    De acordo com a Central de Comunicações, dois indivíduos haviam efetuado um assalto a mão armada na Loja de Celulares X e evadido em fuga num veículo modelo Gol, de cor marron, placa não anotada, pela Rodovia MG-010, sentido Aeroporto de Confins. Momentos após a mensagem da Central, deparamos com um veículo modelo Gol, de cor marron, placa YYY-0000, ocupado por dois individuos. Diante da fundada suspeita de serem os autores do delito, abordamos o veículo e realizamos busca pessoal nos ocupantes. Entretanto, nenhum objeto ilícito foi encontrado e a vítima não reconheceu os abordados como sendo os autores do crime.

    Ao patrulharmos a Rua X, percebemos que o conduzido ficou inquieto e apreensivo ao avistar a viatura policial. Quando nos aproximamos, ele tentou esconder em suas vestes o objeto apreendido. Diante da fundada suspeita, o abordamos e revistamos, sendo encontrado…

    Ao patrulharmos o local Y, conhecido como ponto de venda de entorpecentes, sentimos forte odor de maconha, razão pela qual decidimos abordar e revistar os cidadãos que ali se encontravam. Durante busca pessoal nos circunstantes, foi encontrado com o conduzido…

    No caso de busca pessoal em mulheres, o dispositivo legal que trata do assunto é bem claro:

    Art. 249 do Código de Processo Penal – A busca em mulher será feita por outra mulher, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência.

    Sempre que possível, a busca em mulheres deve ser realizada por uma policial (sexo feminino). Contudo, para não retardar ou prejudicar a diligência, o policial (sexo masculino) pode executar a busca, com o devido respeito e discrição, preferencialmente em lugar reservado, fora do alcance da curiosidade popular. Durante meu curso de formação, ensinaram-me que, havendo outra mulher por perto, o policial deve convidá-la ou determiná-la a proceder a revista na suspeita, orientando-a sobre como efetuar a busca. Na busca em mulheres, o requisito da fundada suspeita também é imprescindível.

    Para finalizar, reafirmo que abordagens com ou sem fundada suspeita são um dos meios que mais tiram criminosos das ruas. Portanto, não deixe de abordar, mas o faça de maneira criteriosa, consciente e, ao redigir o BO ou prestar um depoimento, fundamente o motivo de ter submetido o cidadão à busca pessoal. Vale salientar que já existe até cartilha dos Direitos Humanos ensinando como denunciar supostos e hipotéticos abusos praticados por policiais.

    • Prof Cleber disse:

      Parabéns Glauco uma verdadeira aula sobre o assunto! Mais uma vez se comprova que uma boa formação faz bons agentes, a abordagem deveria ser mais esclarecidas para a população e a para alguns agentes, só assim sua eficácia se corresponderia em minimazação de índices crimaminais. Adv.Cleber OAB 117 723

  8. José Antônio dos Santos disse:

    Boa noite…. naum é papel da Guarda Municipal, fikar abordando pessoas nas ruas e sim cuidar do patrimônio publico, coisa q a GM naum faz, eles estaum preocupados é com o ótimo salário no final do mês, naum estaum nem ai, PRA QUER TER GUARDA MUNICIPAL????.. vcs GMs tem q cuidar do patrimonio publico, e naum fikar abordando pessoas na rua. Tem q acabar mesmo Sr. Prefeito Municipal, com essa guarda, mandar eles embora naum tem como, coloca em outras funções.. mas acabe com a Guarda, a preocupação deles é fikar gastando combustivel desnecessário, fikar paquerando menores na porta das escolas, eu tenho uma filha q estuda em uma escola, fui pegá-la um dia e pude ver com os meus olhos, duas garotinhas sentadas no banco da viatura da GM, eles todos sorridentes batendo o maior papo…A POPULAÇÃO SANTARITENSE SABE DISSO?? . ESSA É A PREVENÇÃO?????. ACABE COM ESSA GUARDA PREFEITO….

    • Heverton disse:

      ….olá meu caro cidadão JOSÈ ANTÔNIO DOS SANTOS, eu acho que o sr está um pouco equivocado, veja bem na nossas constituição mais precisamente no art. 144 a onde diz “A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio,…. e mias precisamente no § 8º diz o seguinte “Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei.”…….e na constituição estadual que traz no art. 136 e também no art.138 sobre as guardas municipais, e no nosso municipio foi criada uma lei COMPLEMENTAR Nº061/06
      DE 08 DE JUNHO DE 2006

      “INSTITUÍ A GUARDA MUNICIAPL DE SANTA RITA DO SAPUCAÍ (GMSRS), E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.

      O povo do município de Santa Rita do Sapucaí faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a lei complementar:

      “art 1º- Fica instituída a Guarda Municipal de Santa Rita do Sapucaí nos termos do ART. 144, 8º, da Constituição Federal, ART. 138, da Constituição Estadual, e ART. 1º, parágrafo único ;ART. 5º, III; ART. 10,I e XXXI; e ART. II,I, da lei Orgânica de Santa Rita do Sapucaí, corporação uniformizada, com treinamento e orientação específica destinada

      I- Proteção dos bens, serviços e instalações municipais;
      II- Fiscalização e controle do tráfego e do trânsito no território municipal;
      III- Atuação conjunta com a Defesa Civil , em caso de calamidade pública;
      IV- Colaboração com os órgãos públicos, inclusive de outras esferas de Governo nas atividades afins;
      V- Apoio dentro de suas competências , às polícias Civil e Militar.”
      ……………………………………………………………………
      “ART 2º- Compete ainda, a Guarda Municiapal de Santa Rita do Sapucaí:

      I- Interagir com os agentes de proteção ao meio ambiente, nos termos do ART. 225 da Constituição Federal;
      II- Apoiar os agentes municipais no exercício do poder de polícia da administração;
      III- Garantir o funcionamento dos serviços de responsabilidade do município;
      IV- Exercer a vigilância externa e interna dos próprios municipais no sentido de:

      a)- Protegê-los de crimes contra o patrimônio;
      b)- Orientar o público e o trânsito de veículos;
      c)- Previnir internamente, a ocorrência de atos que resultem em danos ao patrimônio ou ilícitos penais;
      d)- Previnir sinistros e atos de vandalismo;
      ……………………………………………..
      a)- Prender quem seja encontrado em flagrante delito, nos exatos termos dos artigos 301 a 303 do Código Penal, combinados com o inciso LXI do artigo 5º da onstituição Federal;
      b)- Agir em defesa de direito seu ou de outrem, normalmente em defesa dos direitos assegurados pela Constituição Federal, ressalvando-se os direitos à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança, à propriedade, todos insertos no caput do ART. 5º da Constituição Federal;

      VIII- Exercer o serviço de ronda e guarda nas escolas públicas, especialmente na entrada e saída de alunos;
      IX- Cooperar com os dispositivos de ordem e segurança em eventos públicos;
      X- Prestar assistências diversas.
      ART. 3º- Prara efeitos desta lei considera-se:

      I- corporação: uniformizada o conjunto de membros, portando equipamentos e trajando vestimenta padronizada, em qualidade e quantidade fixadas em regulamento e sujeito sujeito a disciplina própria, fixada em estatuto;
      II- Bens públicos: todas as coisas corpóreas e incorpóreas, imóveis e demais pertences que constituem o patrimônio público municipal;
      III- Serviços públicos: aqueles prestados pela administração, ou por seus delegados, sob normas e controles definidos, para satisfazerem nescessidades essenciais e secundárias da coletividade ou da conveniência do município;
      IV- Instalações públicas: todos os equipamentos públicos destinados ao cumprimento das finalidades da administração;
      V- Tráfego: fluxo de veículos e de pessoas pelas vias e locais públicos;
      VI- Trânsito: movimento, estacionamento, circulação e afluência de veículos ou pessoas;
      VII- Vestimenta: uniforme completo que o Guarda Municipal deverá trajar, quando em serviço;
      VIII- Equipamento: os acessórios de segurança, proteção e de uso específico para o serviço……………………………

      e quanto a questão que o sr relatou sobre guardas ficar paquerando menores em portas de escola, antes de falar algo por que o sr não cita nomes, sabendo que todos os GMS possuem seus nomes visiveis na farda sendo faceis de indentifica-los, e punilos de acordo com a lei……

      • Romeu disse:

        Tinham me respondido num outro tópico que transito não é resposnabilidade da GM só que essa lei fala que é sim!

    • juniorsilva disse:

      Primeiramente seu JOSÉ ANTÔNIO DOS SANTOS ao meu ver, você ñ entende de guarda municipal.Pra você críticar alguma instituição passa a conhece-la primeiro pra depois fazer crítica. Sabe, você esta precisando urgentemente ler livros e ter uma boa aula de portugués pra aprender escrever.Acho que você está com invejá de não ser um GUARDA MUNICIPAL, isso é pra quem pode. e não pra pessoas como você, incompetente!! Quando abriu concurso pra guarda talves você tentou e não foi capaz de passar, Se você não sabe, as escolas são patrimônios e os guuardas não estão fazendo? Olha no meu ponto de vista quem se preocupa com abordagem é bandido, se você está questionando talves você sejá um desses que a policia estejá procurando.

    • willano disse:

      Com certesa vc deve estar muito mal informado ou vc deve estar na mesma situação dequele reporter. Infelismente pra vc as guardas municipais só tendem a crescer, meu camarada ! E vc ainda vai precisar da guarda municipal !!!!!!

  9. Heverton disse:

    ……olá pessoal é com muita sastifação que agradeço a todos que nos elogiaram, é um prazer participar das atividades da guarda municipal……e como a GM deve fazer o policiamento comunitário, e uma das formas de garantir o policiamento, é fazendo a prevenção.. e a abordagem nada mais é que um meio de previnir o crime antes que ele aconteça, tudo isso é um forma de policiamento preventivo, e como já é previsto no artigo 244 (c.p.p.) “A busca pessoal independerá de mandado, no caso de prisão ou quando houver fundada suspeita de que a pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito, ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar.então por meios legais”, infelizmente infrator não carrega uma indentificação…… a operação da GM na noite de ontem estava em carater preventivo, e em momento algum foi foi desrreipetados os direitos dos cidadãos, toda a ação foi feita dentro das legalidades constitucionais, sendo preservado a integridade fisica de cada um, e felizmente agradecemos a todos os cidadões que cooperaram com nosas atividades sem criarem nenhuma situação constrangedora……

    • Giácomo Costanti disse:

      É isso ai Oliveira, tem que dar os nomes e não generalizar!!
      Se sabe quem é formalize uma denúncia no Conselho Tutelar ou no Ministério Público.

  10. Carlos Souza Moreira disse:

    Sabia que ia dar polêmica! Isso é muito bom. É sinal que a população viu os trabalhos da guarda.Eu estava na Praça Santa Rita guando os patrulheiros abordaram o muleque e, posso afirmar de carterinha-foram muito profissionais,não agrediram ,não ficaram com medo, foram firmes ,parece que sabia que encontraria coisa errada,tato que o indivíduo foi parar na delegacia.
    Após a ação dos guardas, muitos dos usuários que poluem a praça sairam de fininha. Pude perceber que tato eu quanto outras famílias que estava lá, sentiram- se a vontade para curtir a praça.
    Parabenizo a iniciativa dos guardas e espero que eles tenha apoio e não pare de atuar .Sei das dificuldade deles por falta de equipamentos.mas parece que vão receber coletes e outros equipamentos para trabalhar.Parabéns ao CONSEP e a PREFEITURA pela ajuda ao nossos guardas. Deixa eles trabalhar,já estava passando da hora de colocar a praça em dia,não aguentava mais ver aqueles caras usando drogas enfrente as crianças e nem se importava com as pessoas .Todos nós acabava sendo usuário passivo.
    Quero vazer um apelo ao COMSEP E AO SENHOR PREFEITO :Ajude essa guarda ,nós precisamos dela, estou apelando como cidadão.Certo que serei atendido, desde já, agradeço..

  11. Ãnttoni Aalestra disse:

    Venha curtir com a gente….

    Data: 12/03/2010 – 19 HORAS Imprimir
    Evento: 2º ENCONTRO GOSPEL DA GUARDA MUNICIPAL DE LIMEIRA/SP
    2º ENCONTRO GOSPEL DA GM DE LIMEIRA

    DATA: 12/03/2010

    LOCAL: TEATRO VITORIA

    HORARIO: 19:00

    PARTICIPAÇÕES: SORAYA MORAES, MINISTÉRIO ICPL, CLAUDIO TIRAPELE, BANDA SACRIFICIO PERFEITO, GRUPO DE DANÇA ATOS PROFETICOS.

    NO YOUTUBE, TEM AS IMAGENS DO 1º ENCONTRO.

    Fonte: Jonas Alecio
    Data: 30/06 e 01 e 02/07/2010 Imprimir
    Evento: V CONGRESSO BRASILEIRO DE GUARDAS MUNICIPAIS
    V CONGRESSO BRASILEIRO DE GMS
    Organização:
    GM VINHEDO/AGMESP/AGMBRASIL
    Data:
    30/06 e 01 e 02/07/2010
    Local:
    VINHEDO-SP
    Horário:
    TODO O DIA. você não vai se arrepender

  12. Ãnttoni Aalestra disse:

    23-02-2010 -

    Após solicitação de populares que estava ocorrendo um roubo numa joalheria no cento de Valinhos os Guardas Civis Municipais deslocaram até o local, onde foi realizado o cerco por diversas viaturas e deparam com 03 indivíduos, saindo do local onde um dos meliantes ao perceber a presença das viaturas evadiu-se no meio da população tomando rumo ignorado, enquanto os outros três foram detidos em flagrante armados com uma pistola 380 com 17 munições intactas e também um revólver calibre 38 com 05 munições intactas, ainda no local ouve resistência por parte de um dos meliantes, sendo esse alvejado na boca.
    Os bandidos foram encaminhados ao Distrito Policial onde foram indiciados em flagrante por roubo e formação de quadrilha, e as jóias foram recuperadas pelas guarnições da Guarda Civil Municipal de Valinhos e em seguida entregue a proprietária.

  13. Ãnttoni Aalestra disse:

    a data de 22 de Fevereiro de 2010, numa ação de muita capacidade intuitiva de policia e de quem realmente sabe e conhece o que está fazendo, a guarniçao da Vtr 206 da Guarda Municipal de Cotia/SP, em patrulhamento pelo bairro Mirante da Mata, se deparou com um indivíduo já conhecido pelos pelos integrantes da viatura, momento em que abordaram em atitude suspeita um passat de cor verde e após a averiguação encontraram a numeração do chassi nos vidros adulterados e não conferia com os documentos do veiculo.
    Em seguida os Guarda Civis Municpais deram voz de prisão ao indivíduo e se deslocaram até a residência do mesmo para apanhar os documentos pessoais, onde desconfiaram de outro veículo, um monza de cor cinza, na garagem ao lado e pós realizado nova consulta das placas, constatou que tratava de produto furtado em data de 09/02/2010.
    Posteriormente pprosseguiram em nova busca, onde no interior do veiculo, encontraram um afoto do A.S.F e quando adentraram o local do comercio do mesmo viram a chave do veículo no interior de sua residencia, localizaram tanbém 3 réplicas de armas, sendo uma de pistola 380, uma calibre 12 e um revolver cal. 38, na continuação, da buca , agora na casa de seu inquilino, depararam com morador e sua esposa e os seguintes produtos; aproximadamente 2,5 Kg de cocaina, 240 cápsulas de cocaina prontas para a venda no comercio, 96 embalagens de pedras de crack para o comercio, 1 tijolo de aproximadamente 400 gramas de crack, 1,5 Kg de maconha e por final 3000 capsulas vazias.
    Foram conduzidas ao DP Central de Cotia, onde o Dr. Carlos ratificou a voz de prisão dada pelos Guardas Municipais elaborando B.O

  14. Ãnttoni Aalestra disse:

    GUARDA CIVIL DE SANTA BÁRBARA D’OESTE/SP NO COMBATE ÀS DROGAS
    B.O.G.C. 1455/2010 – 14/02/2010– 19h50min – Sandrin, Pigatto e Gerson – Local: Rua Limeira x Rua João Pessoa

    Tráfico de Drogas

    A equipe (Sandrin, Pigatto e Gerson) em patrulhamento pela rua Limeira deparou com o veículo Yamaha XT 125 ano 00 de cor prata, placa DBD 3880 sendo conduzido por Gabriel Ribeiro dos Santos juntamente com o garupa Vanderlei Domingues do Amaral, os quais ao notarem a viatura tentaram se evadir desobedecendo a ordem de parada da equipe. Foram abordados pela rua Recife x Rua João Pessoa e em busca pessoal foi localizado no bolso da bermuda que Vanderlei vestia 36 porções de cocaína em pó, peso aproximado 25 gramas embaladas em sacos plásticos transparentes, todas juntas no interior de uma sacola plástica de cor azul e com Gabriel foi localizado no interior de uma pochete a quantia de 30,00 reais em dinheiro. Questionado Vanderlei confessou que vendia cada porção de cocaína por 10,00 reais e há um mês havia comprado o entorpecente de um desconhecido pela Praça da Migração para revender e pago o valor de 145,00 reais. Conforme conta Vanderlei nesta data saiu na companhia de Gabriel e compareceram a cidade de Americana em um evento na Fidan para vender droga e no retorno a cidade de S.B.O. resolveram comprar bebidas alcoólicas ocasião que foram abordados. Conforme indicação do próprio Vanderlei deslocamos a sua residência onde foi encontrado em um buraco na porta do quarto de Vanderlei mais 05 gramas de cocaína em pó embalada em saco transparente, que segundo Vanderlei renderia 05 porções para serem vendidas. Indagado Gabriel que não possui CNH e não portava documento do veículo, o mesmo confirmou a versão de Vanderlei, no entanto alegou desconhecer que Vanderlei portava e guardava entorpecentes. O veículo foi apresentado no Plantão Policial e após recolhido ao Pátio Municipal. Gabriel, Vanderlei e o entorpecente foram apresentados no Plantão Policial sendo registrado Boletim de Ocorrência autuando Vanderlei e Gabriel em flagrante delito por Tráfico de Entorpecentes, os quais foram recolhidos a carceragem e permaneceram a disposição da Justiça.

  15. primeiramente bom dia eu como cidad

    primeiramente bom dia eu como moradora de Santa Rita do Sapucai agradeço aos idealizadores desta nova equipe que foi formada dentro da gm gostaria que seta operaçoes fossem realizadas em todos os bairros de nossa cidade ; nestas operaçoes gostaria de ver a presença das gms femininas ;pois na maioria das vezes os produtos ilicitos ficam escondidos com as cumprice dos infratores parabens nao parem continuem ;só assim voces teraõ apoio da população de SRS eo Senhor Prefeito com certeza investira em voces porque a populaçao esta de olho obrigado ao consep

  16. Voceis da Guarda Municipal está de Parabéns voceis mereçem ir mais longe porque nossa cidade sem voceis não seria nada….
    beijo e boa Sorte
    Caroline de Souza Virgilato…

  17. Voceis fizerao certo em criar Gep nossa cidade estava prescisando disso mesmo voceis mereçem subir mais ainda na vidaa vão em frente a Guarda tem futuro.
    beijos

  18. Maciel disse:

    Guarda Municipal como Agente de Trânsito.
    quarta-feira, 22 de julho de 2009
    Fonte: Christiane Vasconcelos Foto:

    Advogada graduada na Associação de Ensino Superior de Olinda – AESO, especialista em Direito do Trabalho e Direito Administrativo pela UFPE, professora de Teoria Geral do Direito do Trânsito do curso de Especialização de Ciências do Trânsito da Universidade Salgado de Oliveira – Universo/Recife, membro da Análise de Defesa da Autuação, Presidente de Junta Administrativa de Recursos de Infrações de Trânsito do Recife, ex-assessora jurídica da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano – CTTU/Recife.

    I – Considerações iniciais

    Antes de adentrar no aspecto meritório do tema destacado, convém abordar, ainda que de forma superficial, a previsão de municipalização do trânsito no Código de Trânsito Brasileiro – CTB (Lei nº 9.503, de 23/09/1997), Código este que elenca, em seu artigo 5º, os integrantes do Sistema Nacional de Trânsito – SNT, dentre os quais se encontram os Municípios, senão vejamos:

    “Art. 5º. O Sistema Nacional de Trânsito é o conjunto de órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (…)”

    Aludido Código enumera, dentre outras, as matérias de competência do órgão executivo de trânsito da União (art. 19), dos Estados (art. 22) e dos Municípios
    (art. 24), observando-se através da exegese de tais dispositivos codificados, que as matérias são diversas e que o CTB adere, o que não poderia ser diferente, ao
    princípio constitucional da autonomia das entidades federadas, previsto nos artigos 1º e 18, da Carta Magna, os quais enfocam claramente a ausência de
    hierarquia entre aquelas entidades. O atual CTB traz uma ampliação dos poderes reservados aos Municípios, dando-lhes um destaque importante, sendo de relevo as funções de organização do trânsito urbano e de aplicação e arrecadação de multas em inúmeros casos. Reserva-se aos Estados a competência, sobretudo,
    para licenciar, vistoriar e emplacar veículos.

    Diante da separação contida no CTB, resta perceptível que o Estado deve cuidar das matérias elencadas, de sua competência, assim como os Municípios, os quais
    deveriam ter se adequado a essas normas em janeiro de 1998, quando as mesmas entraram em vigor. No entanto, a adequação não ocorreu imediatamente
    em todos os Municípios, mas paulatinamente, haja vista que a grande maioria dos Municípios não possuía estrutura e condições de assumir tais atribuições, já que a
    integração ao SNT significaria a necessidade de observância de alguns requisitos contidos nas Informações para o Cadastro do Município ao aludido Sistema, emitidas pelo Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN. Dentre tais requisitos, deveria ser encaminhada àquele Departamento, para homologação e cadastro, dentre outros, a legislação de criação de órgão municipal executivo de trânsito com os serviços de engenharia do trânsito, educação do trânsito, controle e análise dos dados estatísticos e fiscalização, ou seja, somente haveria a
    integração do Município já detentor de legislação e equipe técnica formada.

    Sendo a fiscalização do trânsito um dos assuntos mais debatidos nesta área, principalmente quando a mesma é executada através da Guarda Municipal,
    passamos a tratá-lo mais enfaticamente.

    II – Possibilidade da Guarda Municipal fiscalizar o trânsito
    É perceptível a polêmica existente em torno da fiscalização do trânsito pela Guarda Municipal, polêmica esta que tem como foco a interpretação do disposto
    no artigo 144, § 8º, da Carta Magna, o qual dispõe:
    “Art. 144. (…) § 8º. Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção
    de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei.”

    Para os intérpretes e aplicadores do Direito que adotam uma exegese restritiva, o dispositivo transcrito restringe a competência da Guarda Municipal à proteção de
    bens, serviços e instalações, não sendo possível, portanto, que os servidores que a integram fiscalizem o trânsito. Referido posicionamento é corroborado por pareceres exarados pelo Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN e pelo Ministério das Cidades.

    É importante destacar, data venia, que a contrariedade ao disposto na Constituição Federal de 1988 é gritante diante do entendimento de que a guarda
    municipal não pode fiscalizar o trânsito, por diversos motivos que passaremos a abordar.

    Os artigos 1º e 18 magnificados tratam da autonomia dos Municípios, integrantes que são da República Federativa Brasileira, afirmando que:

    “Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático
    de Direito e tem como fundamentos (…)

    Art. 18. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, todos
    autônomos, nos termos desta Constituição.” – negrito nosso.

    Resta clarividente, então, que o modelo de federação adotado no Brasil enfatiza, constitucionalmente, a autonomia do Município, acarretando, a inobservância de referida autonomia, a “quebra” da organização político-administrativa e, conseqüentemente, a forma federativa de Estado, cuja abolição não pode, sequer, ser objeto de deliberação como proposta de emenda, por ser a mesma considerada cláusula pétrea, prevista no artigo 60, § 4º. Entendemos que, no momento em que a autonomia municipal está sendo deixada “à margem” em discussões como esta, está-se tacitamente abolindo a forma de federação adotada pela nossa Carta Magna.

    Não há como se interpretar isoladamente o artigo 144, § 8º, da Constituição Federal, devendo ser utilizada uma interpretação sistêmica acerca do tema.
    Segundo Miguel Reale1
    :

    “Cada artigo de lei situa-se num capítulo ou num título e seu valor depende de sua colocação sistemática. É preciso, pois, interpretar as leis segundo seus valores
    lingüísticos, mas sempre situando-as no conjunto do sistema” – grifo nosso.

    O disposto no artigo 144, § 8º, da Constituição Federal, não pode ser abordado fora da autonomia municipal, haja vista que as normas devem ser interpretadas no
    seu conjunto, principalmente, quando se trata de normas constitucionais, como é o caso em tela. É indiscutível a autonomia dos Municípios, motivo pelo qual seria
    incoerente acreditar que a organização e as atribuições da Guarda Municipal fossem “engessadas” em um dispositivo insusceptível de interpretação extensiva, somente sendo passível de mudanças por emenda constitucional. O ínsito no referido artigo tem ampla possibilidade de ser interpretado extensivamente, por não ser taxativo, assim como acontece com outros dispositivos constitucionais,
    como bem lembrou Rosenira Santos, ao citar o artigo 133.

    É cediço que a competência para legislar sobre normas gerais de trânsito é privativa da União, como dispõe o artigo 22, XI, do nosso diploma maior, estando
    referidas normas previstas no Código de Trânsito Brasileiro – CTB, o qual, no artigo 280, § 4º, afirma que:

    “Art. 280. (…)

    § 4º. O agente da autoridade de trânsito competente para lavrar o auto de infração poderá ser servidor civil, estatutário ou celetista ou, ainda, policial militar
    designado pela autoridade de trânsito com jurisdição sobre a via no âmbito de sua competência”. – grifo nosso.

    O dispositivo supratranscrito é clarividente de que servidor civil pode exercer a fiscalização do trânsito e, sendo o guarda municipal um servidor civil e diante de
    uma interpretação extensiva do artigo 144, § 8º, não há empecilhos para a execução da fiscalização por tal servidor.

    Contudo, o Parecer nº 256/2004/CGIJF/DENATRAN, de 12/03/2004, emitido em razão de consulta da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Processo Administrativo nº 80001.000904/2004-04), afirma:

    “(…) concluímos que a Guarda Municipal não tem competência para atuar na fiscalização de trânsito e nem, como decorrência, admissibilidade com vistas a
    aplicar multas de trânsito sob pena de nulidade das mesmas (…)”

    É importante ficar claro que o agente de trânsito, seja ele servidor civil (guarda municipal ou não) ou policial militar, não aplica multa de trânsito, mas tão-somente realiza a autuação da infração, através da lavratura do auto (art. 280, § 4º, codificado), tendo em vista que a aplicação da penalidade é atribuição da autoridade de trânsito, após julgar consistente o auto de infração lavrado pelo agente, como consta no caput do artigo 281 do mesmo diploma legal.

    Contudo, outra polêmica é levantada pelos adeptos da impossibilidade da fiscalização pela guarda municipal, referente à necessidade de concurso público
    para agente de trânsito, afirmando-se, inclusive, que o artigo 280, § 4º, do CTB, dispõe que somente o policial militar deve ser designado e não o servidor civil, já
    que a expressão “designado” se reporta tão-só ao último, qual seja, policial militar.

    Dividimos este assunto em dois pontos:

    a) o artigo 37, II, da Carta Magna, afirma que: “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de
    provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e
    exoneração”;
    b) a expressão “designado” contida no artigo 280, § 4º, do CTB.

    No tocante ao estabelecido no item a, é cediço que a investidura na Administração Pública ocorre mediante concurso público, salvo as exceções de cargo em
    comissão e dos estáveis previstos no artigo 19, dos Atos das Disposições
    Constitucionais Transitórias. Assim, obedece a tal regra o guarda municipal, por ser este um servidor público, tendo que, obrigatoriamente, ser concursado.
    Posteriormente à nomeação, é o mesmo designado para exercer a fiscalização do trânsito, assim como ocorre com o policial militar.
    É salutar informar que, em muitos editais de concurso público para guarda municipal, como ocorreu no Município do Recife, já se encontra, dentre as
    atribuições da Guarda, a fiscalização do trânsito no âmbito municipal. Independentemente de integrar o edital do concurso, os guardas até então
    concursados, poderiam adequar-se à nova atribuição, desde que recebessem treinamento, capacitação e fossem designados e credenciados por portaria, como
    determina o roteiro para municipalização emitido pelo DENATRAN. Quanto à alegação de que a guarda municipal não pode fiscalizar o trânsito por ser esta
    atividade exercida paralelamente às atividades específicas previstas no art. 144, § 8º, da Constituição Federal, deve ser tal fato analisado de per si, pois diversos
    órgãos executivos de trânsito municipais, ao designar o guarda municipal como agente de trânsito o afasta da atividade protetiva de bens, como ocorre no
    Município do Recife. Repita-se que o dispositivo constitucional requer uma interpretação extensiva, diante da autonomia e competência municipais (estando
    esta prevista no artigo 30), restando claro que a leitura do dispositivo não pode ser taxativa, pois não poderia o constituinte enfocar tanto a autonomia dos Municípios
    e, concomitantemente, informar em que iria atuar a guarda municipal.

    No tocante à atribuição para fiscalizar o trânsito, pode esta ser acrescida às demais atribuições da Guarda Municipal mediante decreto, tendo em vista que o
    artigo 48 da Constituição Federal, o qual trata da competência do Congresso Nacional, foi modificado pela Emenda nº 32/2001, sendo retirada da sua redação
    a referência à estruturação e atribuições dos Ministérios e órgãos da Administração Federal. Pelo princípio da simetria, tal norma se aplicava ao
    Município, tendo sido dispensada a estruturação e a definição de atribuições por lei, sendo possível a sua feitura por Decreto, ou seja, é possível que o prefeito
    organize o trânsito, inclusive sua fiscalização, desde que isto ocorra mediante um decreto, o que ocorreu em vários municípios. Contudo, o que não é possível é que
    aludido decreto extrapole a competência fixada no artigo 24, do CTB, o que acarretaria, não a inconstitucionalidade da fiscalização do trânsito pela guarda municipal, mas a ilegalidade do decreto perante o CTB.

    Diante disto, passamos a debater o item b.

    O entendimento de que a expressão “designado” se reporta tão-somente ao policial militar, por se encontrar a referida expressão no singular, é bastante equivocado, podendo ser interpretado de acordo, inclusive, com a regra gramatical, a qual afirma que o “ou” é excludente, de forma que não poderia ser
    servidor civil ou policial militar designados, o que somente ocorreria se fosse servidor civil e policial militar designados. Da mesma forma seria se o artigo
    indicasse “policial militar ou servidor civil designado”, o que significaria que ambos seriam designados e não apenas o servidor civil. O “ou” existente no dispositivo
    (servidor civil, estatutário ou celetista, ou policial militar designado) exclui a possibilidade do adjetivo posterior estar no plural, diferentemente do “e”. Sendo assim, não há empecilho quanto à designação do guarda municipal para exercer aludida fiscalização, pois a nomeação do mesmo ocorre após a aprovação em
    concurso público, assim como acontece com o policial militar, devendo ambos, posteriormente, ser designados para a fiscalização do trânsito.

    III – CONSIDERAÇÕES FINAIS
    Resta perceptível, contudo, que a polêmica em torno da constitucionalidade do guarda municipal atuar como agente de trânsito não tem razão de ser, haja vista
    ser o mesmo um servidor civil concursado, não havendo restrição na Constituição Federal quanto à concessão dessa atribuição a este servidor, já que cabe ao
    Município organizar o funcionamento dos seus órgãos, tendo em vista a autonomia assegurada a tal entidade federada.
    Frise-se, ainda, que todas as normas são consideradas constitucionais até que sejam declaradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal – STF, através do controle concentrado de constitucionalidade ou em decorrência da análise de um Recurso Extraordinário, dependendo o último caso, de que o Senado Federal,
    com base no artigo constitucional 52, X, suspenda a execução, no todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do STF.
    Sendo assim, todas as autuações realizadas pelo guarda municipal designado para a fiscalização do trânsito, desde que treinado, capacitado e credenciado em portaria nominal pelo órgão executivo de trânsito e atuando dentro da competência prevista no artigo 24 do CTB, devem ser consideradas constitucionais, portanto,
    plenamente válidas.

    Publicado no Boletim de Direito Municipal. Editora NDJ. Julho/2007

    Fonte: http://gmvarginha.com.br/

  19. Marcelo Vinha disse:

    Entrei nesse site que esta indicado ai http://www.gmvarginha.com.br e fiquei feliz no que vi. Parece que os municipios alguns realmente estão querendo dar apoio ao estado na segurança pública. Tinha duvidas mas estou consientizado depois de ler diversos artigos neste site que referi e ver ações desta Guarda de Varginha. Estou encantado e como cidadão torço pra nossa seguir mesmo caminho. Quem não gostar deve ser pq deve algo. Pq quero ser servido pela GM ou PM porque pago imposto e tenho direitos basicos. Esse negocio de disse me disse é vaidades de alguns q mamam nas tetas do estado, parabéns pra voces.

  20. lena serra disse:

    Gostaria de falar aqui nesse espaço desse jornal da cidade, ou seja, blog, vou começar dizendo que não vou elogiar o novo trabalho da Guarda Municipal de Santa Rita porque estão fazendo o seu papel o de proteger os bens públicos!ou melhor dizendo a população que esta carente de segurança,não só aqui em nossa cidade mais também no país todo. a felicidade de ver a ação dos guardas municipais na praça Santa Rita e vi o profissionalismo dos mesmos em suas ações,onde eu pude observar que já deu resultado,pois um amigo meu que mora em um prédio da praça comentou que após a intervenção dos guardas a ordem voltou na praça Santa Rita,fico feliz e digo ainda aos guardas municipais não temos só a praça Santa Rita,temos outras,escolas,o transito precário com falta de fiscalização da Policia Militar onde devo dizer estou vendo a guarda municipal nas ruas e muitas vezes não os vejo na área central. bem diante de tudo isso digo BOM trabalho esse da guarda de Santa Rita e peço não deixem acabar porque nossa cidade precisa do trabalho de vocês por isso noís povo sonhamos e apoiamos para que fosse criado essa Guarda Municipal que foi um sonho de muitos .Fiquem com Deus e continuem firmes na luta.

  21. E POR FALAR EM OPERAÇÕES NAS PRAÇAS…..

    Hoje ao rondar uma conhecida praça da área de nossa Inspetoria que figurava como “ponto de encontro” para o consumo de maconha e cocaína, a qual demos especial tratamento no sentido de se fazer presente diariamente, pela manhã, de tarde e a noite, fomos abordados por alguns Senhores e Senhoras, que agradeceram a retomada do espaço comunitário destinado ao uso comum da sociedade, falaram com muito carinho e respeito das ações preventivas que levamos a feito nos últimos dias, elogiaram a Corporação e seus integrantes.

    Um Senhor discorreu sobre a forma de abordagem dos usuários de drogas, das táticas policiais que utilizamos para fazer o “cerco” ao local, da postura adotada pelos Guardas Civis Municipais, da linguagem utilizada e do modo como havíamos encarado o problema, ao final me informou ser da carreira do Ministério Público do Estado de São Paulo, e que por três vezes foi chamado por sua esposa e seu filho, para observar da sacada de seu sobrado “A ação da Polícia Municipal” e que chegou a gravar com seu celular uma das ações onde algumas pessoas foram detidas por porte de entorpecente e atitude inconveniente e incompatível com a moralidade pública e os bons costumes, (Aqui em S.J.Campos -SP, essas infrações relacionadas aos costumes, moralidade, comércio ambulante, uso de espaços públicos, perturbação do sossego público, despejo de lixo em vias publicas e outras infrações administrativas são assuntos de POLÍCIA ADMINISTRATIVA, a qual executamos por força de mandamento legal incluso na nossa Lei Complementar 359/2008, que entre outras tantas coisas define as atribuições da Corporação, dos seus integrantes e estabelece a carreira funcional).

    Obviamente prestei bastante atenção na tônica dos agradecimentos e até no ufanismo dos agradecimentos em forma de discurso, mas os adultos tem guardados dentro de si as facetas comuns do interesse, do disfarce, da não sinceridade, das afirmações políticas sem lastro e outras faltas de virtudes, mas enquanto aqueles Senhores e Senhoras falavam a respeito da melhoria da condição de segurança naquela praça, várias crianças estavam ao redor, crianças com idade provavelmente entre 2 e 6 anos, e delas ouvimos apenas a verdade em forma de perguntas, queriam saber sobre:

    Qual a diferença entre ser Guarda Municipal e ser PM, porque a cor do nosso uniforme era azul marinho, pra que servia a algema, onde estava a arma, se ela atirava, se já havíamos “pego algum bandido”, se já tínhamos “atirado em algum ladrão”, se o “machucado do revolver era grande”, porque o rádio preso em meu colete “não falava nada”, se o “carro da polícia” acendia as luzinhas, se fazia “barulho”, onde era colocado o “ladrão” quando era preso, para onde era levado, foram tantas as perguntas, todas respondidas uma a uma, com carinho e atenção, ao avisarmos que iríamos deixar o lugar um menino de uns 4 anos, falou o seguinte:

    -Obrigado guarda, agora a gente pode brincar sossegado na pracinha, andar de bicicleta, jogar bola e soltar pipa, não tem mais bandido na praça, todo dia fico esperando vocês chegarem para eu pedir para minha mãe deixa eu vir aqui, valeu mesmo. Quero ser Guarda Municipal quando for grande, quero prender bandido e andar de carro de polícia.

    Não pode haver maior recompensa que a certeza do trabalho bem feito, e o reconhecimento de pessoas que trazem dentro de si somente a sinceridade que a infância permite, ser admirado por algo bem feito é muito bom e gratificante, ser admirado por gente sincera e pura é muito melhor, façam sempre o melhor para deixarmos cidades melhores para nossas crianças e lembrem-se sempre:

    Somos heróis de gente sincera e pura, que tem verdadeira admiração pela profissão que exercemos.

    Forte abraço a todos, Azul Marinho Sempre !!!

    Insp Elvis de Jesus
    GCM São José dos Campos

  22. Parabéns a Guarda Municipal de Santa Rita do Sapucai e como ja foi dito o maior patrimônio do municipio são as pessoas. E sim a Guarda Municipal pode é deve efetuar abordagem em pessoas em atitude suspeitas.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s